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A CsF student reflects on his experiences at Trinity

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Andre Stern studied at Trinity College Dublin with the CsF programme from 2013 – 2014.

Fazer o Ciência sem Fronteiras na Trinity foi um sonho, porque eu já tinha visitado Dublin em 2008, fui ao campus e fiquei apaixonado. Na época, imaginei que nunca estudaria lá. Quando fui aceito, nem acreditei. Então além de todo o sentimento de realização óbvio – estar na melhor Universidade de um país europeu, estudar com gente que sai da sala de aula e é absorvida imediatamente pelas melhores empresas do mundo – o programa teve para mim esse caráter extra de conquista de algo que achava impossível.

A Irlanda, em si, é outro sonho. Procurei me integrar o máximo que pude com a cultura e o pessoal local, e acho que fiz um bom trabalho. Em poucos meses, meus melhores amigos eram irlandeses, passei o Natal com uma família irlandesa, virei o ano em Londres com um grande amigo de Tipperary (interior da Irlanda), fazia trabalhos em grupo com o pessoal de lá mesmo. E entendi muito bem a obsessão que o mundo tem com o povo irlandês. Já ouviu alguém falar que não gosta de irlandês? Porque não tem de quê não gostar mesmo. Uma comunidade extremamente receptiva, amigável, disposta, divertida. Em algumas semanas, você se sente em casa. O difícil depois é voltar.

English translation:

Doing the Science without Borders program at Trinity was a dream come true, because I had already been to Dublin in 2008, when I went to their campus and fell in love with it. At the time, I imagined I would never study there. When I was accepted to Trinity I couldn’t even believe it. So besides the whole obvious ‘accomplishment’ feeling – being in the best university in Europe, studying with people who walk out of the classroom and are immediately taken on by the best companies in the world – the program had that extra feeling of accomplishing something I considered impossible.

Ireland, in itself, is another dream. I tried to integrate as much as I could with the local culture and people, and I think I did a good job. In a few months, my best friends were Irish; I spent Christmas with an Irish family; I spent New Year’s in London with a great friend from Tipperary; I did all team assignments with people from Ireland. And I came to understand the world’s obsession with Irish people very well. Have you ever heard someone say they don’t really like the Irish? Because there’s really nothing not to like. They’re an extremely receptive, friendly, willing, fun community. In a few weeks, you’ll feel right at home. The tough part actually is coming back to Brazil.

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